Arranca esta sexta-feira a 6.ª edição do Festival do Maio, uma iniciativa promovida pela câmara do Seixal que volta a levar ao Parque Urbano muita música de diferentes sonoridades e animação, até amanhã.
O pontapé de saída do evento, que conta com curadoria do músico Luís Varajoto, é dado pelos Mão Morta que marcam o início de uma noite dedicada ao rock. A celebrar os 40 anos de carreira, a banda de Braga apresenta o mais recente trabalho, intitulado “Viva La Muerte!”. Quem também tem um disco acabado de sair são os Linda Martini, “Passa-Montanhas” vai certamente ser a base do alinhamento em palco.
O primeiro dia do certame é encerrado pelos Xutos & Pontapés que, com quase 50 anos de existência, assinalam os 40 anos do álbum “Cerco”, considerado um dos mais importantes da história da banda.
Depois de uma noite inteiramente dedicada ao rock, no sábado o festival promove uma viagem a diferentes pontos do globo, nomeadamente Portugal, Brasil e Nigéria. Começa com Capicua, a rapper e letrista do Porto, que leva ao Seixal, além de outros sucessos, o trabalho “Um Gelado Antes do Fim do Mundo”.
Da Nigéria vem Seun Kuti e a banda Egypt 80, que traz ao Seixal música de protesto e fusão entre ritmos africanos e o Jazz. Criolo, vindo do Brasil, encerra o certame com o estilo e sonoridades que apresentam uma fusão de hip-hop, samba e afrobeat, entre outros géneros.
Além dos concertos, fazem parte do cartaz a produção de videopoemas, com artistas de diferentes áreas a proclamar poesia nos intervalos entre as atuações do palco principal.



