José Luís Carneiro, Pedro Nuno Santos e Daniel Adrião perfilam-se à liderança do Partido Socialista, com a mira nas eleições legislativas de 10 de março. Nuno Santos conseguiu uma grande falange de apoio no distrito, mas Carneiro acolheu também apoios de peso.
Os militantes do PS escolhem, entre hoje e amanhã, o novo secretário geral do partido, que irá suceder a António Costa. Para a disputa ao cargo apresentam-se três candidatos: José Luís Carneiro, Pedro Nuno Santos e Daniel Adrião. A luta, pelo menos a nível mediático, é protagonizada por Nuno Santos e Carneiro.
Pedro Nuno Santos, pelo que o Semmais apurou e pelo que se viu no seu encontro com apoiantes no Auditório Municipal Charlot, em Setúbal, no dia 29 de novembro, conseguiu uma grande falange de apoio no distrito. Além de Eurídice Pereira e André Pinotes Batista, deputados socialistas pelo círculo de Setúbal, o antigo ministro das Infraestruturas e deputado, conta ainda com o apoio de vários autarcas da região, dos quais se destacam Frederico Rosa (Barreiro), Carlos Albino (Moita) e Nuno Canta (Montijo).
José Luís Carneiro, antigo autarca de Baião, e ministro da Administração Interna, também esteve com apoiantes seus no Charlot, em Setúbal, no passado dia 12, e contrapõem na península com apoios de peso como Inês de Medeiros, presidente da câmara de Almada, Fernando Pinto, presidente da câmara de Alcochete, Maria Antónia Almeida Santos, deputada eleita por Setúbal, Maria Amélia Antunes, ex presidente da câmara do Montijo e Alberto Antunes, antigo governador civil de Setúbal.
O vencedor sucederá a António Costa, que lidera o Partido Socialista desde novembro de 2014, quando venceu as eleições internas frente a António José Seguro. Com Costa o PS conseguiu liderar três diferentes governos desde 2015.



