O mundo está cada vez mais perigoso. Há uns meses, um ano talvez, vi um artigo que dizia que no fundo já estávamos em plena Guerra Mundial.
O Médio Oriente todo ele em guerra., a Europa também (Ucrânia Rússia), com envolvimento da Coreia do Norte e Irão e os Países periféricos da Rússia a oriente e, do lado da Ucrânia, até ver os EUA, as seguramente a Europa, Austrália, Canadá, pelo menos esses, com apoio militar e económico.
A verdade e a sorte é que do lado da Ucrânia, ainda não enviaram meios humanos, para alastrar a dimensão do conflito.
Mas esta guerra no Médio Oriente, pode abrir a caixa de Pandora das guerras adormecidas. A sorte, mesmo assim, é que a Rússia está ocupada com a Ucrânia e não tem meios para acudir a Teerão e Países como a Líbia e outros grupos, como o Hamas e Hezbollah estão praticamente detonados por Israel.
Não sei se é a Terceira Guerra Mundial, se a antecâmara da mesma, mas sei que é jáum conflito global de uma dimensão preocupante, mas tenhamos esperança de que tudo se recomponha e a paz seja alcançada.
Sabemos sim, é que vai nascer uma nova ordem mundial, que ainda se está a formar, daquilo que resultar dos actuais conflitos, mas antes estamos já numa nova ordem política mundial, com Trump a encabeçar o movimento, que se está a disseminar pelo mundo. Veremos como os establishment dos restantes órgãos do poder norte americano vai reagir a estas tomadas de posição de Trump, sem ouvir o congresso, por exemplo, sabendo que o poder judicial, tem impedido muitas das suas iniciativas.
Por cá, iniciamos mais uma legislatura e também aqui, sentimos que os valores políticos escolhidos pelo povo, são completamente diferentes do que á uns anos, com uma clara minoria de esquerda, que apesar de ter de ser respeitada, tem de se deixar dos tiques de autoritarismo moral e ceder à vontade da maioria dos portugueses.
O programa do governo foi claro, seguindo os sinais e, para além de uma reforma do Estado, tão desejada, quanto necessária, vamos ter igualmente uma nova Lei da Nacionalidade, novas regras da imigração e, sobretudo, moralizar o sistema, cansado de ver as sucessivas violações, ou até a não aplicação da lei, nesse sector.
Os jovens, as empresas, os idosos continuarão a ser preocupações, assim como o cumprimento dos nossos compromissos internacionais, esta semana reconfirmada na cimeira da NATO com a antecipação do nosso país no cumprimento dos 2% do orçamento na defesa e, apesar de todos estes compromissos e da continuação e reforço da política do ano anterior, este trimestre o saldo das administrações públicas no primeiro trimestre do ano traduziu-se num ligeiro excedente de 0,2% do PIB, a evolução da receita e da despesa nos primeiros três meses deste ano teve como resultado um superávit de 125 milhões de euros.
Por comparação, em contabilidade pública até março registava-se um excedente superior a 1.500 milhões de euros, sujeito a vários ajustamentos na ótica de contabilidade nacional usada pelo INE.
Ora, estes dados reforçam o optimismo deste governo e neste governo e, estamos certos que, para continuarmos a crescer, como País, no nosso caso, felizmente não terá de ser à lei da bomba.
Paulo Edson – Advogado



