Seixal reabre vias encerradas por precaução em Amora, Arrentela e Paio Pires

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As vias em Amora, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, no concelho do Seixal, encerradas preventivamente desde a madrugada de hoje devido ao mau tempo, já foram reabertas esta tarde, segundo o Serviço Municipal de Proteção Civil.

Os cortes tinham entrado em vigor às 00h00 de hoje.

Na freguesia de Amora esteve cortada a Rua Infante Dom Augusto (Estrada do Talaminho), entre a Rua Arquiteto José António Conde (acesso à Quinta da Princesa) e a Avenida 25 de Abril (EN10).

Na Arrentela o corte ocorreu na Avenida Carlos de Oliveira, entre a Avenida 6 de Novembro de 1836 e a Avenida General Humberto Delgado (Cavadas) e na Aldeia de Paio Pires, na Rua José Gregório de Almeida, entre a Avenida Siderurgia Nacional e a Rua Quinta da Galega e na Rua Quinta da Galega (prolongamento da rua do Desembargador), entre a Rua Quinta da Campina e a Rua José Gregório de Almeida.

Numa nota publicada na rede social Facebook, a proteção civil municipal do Seixal, no distrito de Setúbal, adianta ainda que foi entretanto necessário fechar o trânsito na Rua das Artemísias, em Belverde, e na Rua Quinta das Conchas, em Fernão Ferro, devido à queda de árvores.

“Estas vias serão reabertas assim que as condições de segurança o permitirem”, lê-se na nota.

No Seixal verificaram-se também danos em infraestruturas de comunicações e elétricas e o mercado municipal sofreu danos na cobertura e está fechado por questões de segurança.

A passagem da depressão Kristin por território português deixou um rastro de destruição e provocou quatro mortes, uma no concelho de Vila Franca de Xira, no distrito de Lisboa, e três no concelho de Leiria, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC)

Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações, foram as principais consequências do temporal.

A Proteção Civil está em estado de prontidão especial para nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, e há avisos meteorológicos vermelhos (nível mais grave) em toda a costa do continente.