Heta, Leonardo Chão e Tomás Piedade fizeram os tentos dos sadinos, em final disputada nesta tarde na Cova da Piedade.
O Vitória FC bateu esta tarde o Olímpico do Montijo por 3-0, em partida disputada no Estádio Municipal José Martins Vieira, conquistando a Taça Joaquim José Sousa Marques. Os sadinos fazem a dobradinha distrital, juntando o campeonato e Taça da AF Setúbal.
Os golos sadinos foram apontados por Heta, Leonardo Chão, ambos na primeira parte e Tomás Piedade já na segunda etapa.
Para a final, os setubalenses apresentaram-se com Rodrigo Gomes, Diogo Martins, Odilon Jr, Tomás Piedade, Beta, Diogo Conceição, André Gomes, João Delgado, Léo Chão, Bruninho e Zé Mário
Já o Olímpico do Montijo atuou inicialmente comDiogo Arreigota, Pinéu, Duarte Ferreira, Piçarra, Luís Amaral, Guilherme, Moreno, Caminata, Daniel Sardinha, Luís Eloi e Afonso Carvalho.
Depois de minutos iniciais onde as equipas procuram assumir a iniciativa de jogo, foi o Vitória FC, naquela que foi a primeira grande ocasião da partida, a abrir o marcador aos 7 minutos. Heta, num grande remate de primeira, sem deixar cair a bola, aproveitou um corte incompleto da defesa montijense para bater o guardião adversário, que ainda esboçou uma defesa, mas não conseguiu evitar o golo.
O Olímpico reagiu e dois minutos depois podia ter mesmo empatado a partida. Afonso Carvalho, lançado nas costas da defesa sadina, apenas com o guarda-redes pela frente atirou cruzado, mas para fora, mantendo-se a vantagem dos de Setúbal.
Superioridade essa que aumentou ao minuto 35. Zé Mário recuperou a bola e quando tentava devolver a bola a Bruninho, com quem já tinha feito uma tabela, viu Duarte Ferreira cortar a bola com a mão. O árbitro perto do lance não teve dúvidas e apitou penalti. Da marca dos 11 metros Leonardo Chão não desperdiçou e fez o segundo dos sadinos.
Até ao final da primeira parte, o Olímpico procurou reduzir e já perto dos 45 fica a pedir penalti, num lance entre Heta e Pinéu, reclamando que o lateral do Vitória empurrou o capitão dos montijenses perto da linha final.
O inicio da segunda parte trouxe muitas incidências e nervos à flor da pele.
O relógio marcava o minuto 52 quando o golo esteve perto da baliza do Vitória. Eloi isolado não conseguiu desfeitear o guardião Rodrigo Gomes e nem mesmo a insistência montijense dentro da área conseguiu quebrar a muralha sadina.
No contra-ataque seguinte é o Vitória com quem fica com queixas da arbitragem. Diogo Martins com espaço procurou fletir para o meio e deixar para trás o defesa adversário, mas prestes a completar a finta foi ao relvado, ficando, juntamente com toda a bancada, a pedir grande penalidade.
Logo na sequência do lance na área do Olímpico, os ânimos aqueceram, com o treinador montijense, Hélio Pinto a ser expulso por empurrar o defesa sadino Tomás Piedade, que tinha guardado a bola, após um lançamento marcado a favor do Olímpico.
Os ânimos acalmaram e durante alguns minutos não existiram grandes incidências, com muita luta a meio campo e erros de parte a parte.
A superioridade do conjunto setubalense ficou ainda mais evidente com a chegada do 3-0. Tomás Piedade, servido por Zé Mário, na sequência de uma bola parada lateral atirou a contar e fechou a contagem.Até ao final, Catarino poderia ter aumentado para o Vitória, mas vou Arreigota negar-lhe o golo. Amaral poderia ter reduzido para o conjunto montijense, mas viu a barra travar o forte disparo que desferiu à entrada da área.






