Apresentado projeto “Uma região a Brincar – Mapa de Lugares Conhecidos e a Descobrir”

Mapa de Lugares Conhecidos e a Descobrir

Iniciativa contou com a participação do professor universitário Frederico Moura e Sá, e, da equipa técnica por si coordenada João Neves,Yara Kono, Isabel Minhós e Angelina Velosa.

A Associação de Municípios da Região de Setúbal (AMRS) promoveu na passada segunda-feira a apresentação preliminar do projeto “Uma região a Brincar – Mapa de Lugares Conhecidos e a Descobrir”, que tem como objetivo concretizar o primeiro mapa do brincar em Portugal.

A iniciativa, que se realizou na Quinta de São Paulo, em Setúbal, contou com a participação do professor universitário Frederico Moura e Sá, e, da equipa técnica por si coordenada João Neves,Yara Kono, Isabel Minhós e Angelina Velosa (as três últimas da Planeta Tangerina).

“Este mapa tem um duplo objetivo: Assumir o Brincar como ferramenta determinante para reforçar o sentido de comunidade e gerar maior interação social e afirmar o Brincar como forma de descobrir e conhecer um território e sobretudo as gentes que o habitam!”, explica a AMRS no comunicado enviado à nossa redação.

Segundo o mesmo texto, até ao momento foi possível recolher o “contributo de mais de 2300 crianças e jovens da região” na construção de “de tipologias de brincadeiras, e da participação e colaboração permanente do Grupo Intermunicipal da Educação da AMRS na identificação dos lugares de brincar”.

Coordenado pela AMRS, o desenvolvimento do projeto tem sido feito, de acordo com a associação, “em estreita colaboração com os Municípios de Alcácer do Sal, Alcochete, Grândola, Montijo, Palmela, Santiago do Cacém, Seixal, Sesimbra e Setúbal”.

Ideia surgiu em 2021 num encontro da AMRS

A ideia de “mapear os lugares de brincar na região de Setúbal”, surgiu em 2021 no seguimento da “elaboração do “Manifesto pelo Direito a Brincar”, proclamado no Encontro da AMRS “O Tempo de Brincar é o Tempo de Crescer”.

Para a AMRS e os seus associados, a identificação destes lugares de brincar, e de outros a criar “para apropriação pelas crianças”, contribuem para “o desenvolvimento integral” das mesmas e para que o “o direito ao repouso e aos tempos livres, o direito de participar em jogos e atividades recreativas próprias da sua idade e de participar livremente na vida cultural e artística, saia das páginas da Convenção dos Direitos da Criança para a Vida”.