Sines prevê duplicar número de camas turísticas nos próximos dois anos

Com um investimento privado de cerca de 50 milhões de euros, vão “nascer cinco novas unidades” hoteleiras no concelho, duas na aldeia de Porto Covo e três na cidade de Sines.

 

Com a conclusão dos novos empreendimentos turísticos, o presidente da Câmara de Sines estima que a oferta “nos próximos dois anos passará a ser de 1.600 camas turísticas”, contando igualmente “com pequenas obras que vão ser feitas” nas unidades existentes.

“Atualmente, em termos de oferta de camas turísticas rondará as 800, mas com os projetos que temos em construção, em aprovação ou em fase de aprovação, iremos duplicar esta oferta”, afirmou Nuno Mascarenhas.

Segundo o autarca, “a estimativa aponta para um investimento privado a rondar os 50 milhões de euros”, nos próximos dois anos. Graças a “investimento privado”, sublinhou, vão “nascer cinco novas unidades” hoteleiras no concelho, duas na aldeia turística de Porto Covo e três na cidade de Sines.

Das cinco unidades, “duas já estão em construção, outras duas estão em fase de licenciamento e uma quinta em alterações de projeto”, acrescentou. “Estamos a falar de um privado que está a construir um hotel em Porto Covo, com mais de 100 camas, um aparthotel, em Santa Catarina (Sines), com 120 camas, o Hotel do Inatel, em Porto Covo, com 140 camas, e ainda a construção de um hotel, na zona sul-nascente da cidade de Sines, para 240 camas”, explicou.

A estes projetos, soma-se ainda o empreendimento turístico da Cova do Lago, na costa norte de Sines, que “foi recentemente reativado com a aquisição do projeto, por parte de um grupo estrangeiro, num investimento com capacidade para 240 camas e cerca de 70 moradias”, avançou Nuno Mascarenhas.

“São investimentos significativos para um concelho que quer apostar cada vez mais na diversificação económica e, neste caso, no turismo, que é um caminho que há muito tentávamos que se concretizasse e agora estamos a ver o resultado desse trabalho que temos desenvolvido ao longo dos últimos anos”, concluiu.