Covid-19: APSS implementa plano de resposta e prevenção

O Plano de Contingência para emergências de Saúde Pública da APSS, visa ajudar a controlar a atual situação epidémica causada por COVID-19.

Em linha com as medidas preventivas decretadas pelo Governo e as recomendações da Direção-Geral de Saúde, a Administração do Porto de Setúbal e de Sesimbra, em estreita articulação com as autoridades competentes, ativou o seu Plano de Contingência para emergências de Saúde Pública, com o objetivo de ajudar a controlar a atual situação epidémica causada por COVID 19.

“Face às medidas extraordinárias aprovadas em reunião de Conselho de Ministros para resposta à situação epidemiológica, a APSS, SA acionou, com efeitos imediatos, o nível 2 do seu Plano de Contingência através da implementação de um plano de teletrabalho e de assistência à família dos seus colaboradores garantindo, no entanto, a operacionalidade da APSS e facultando, para o efeito, as ferramentas necessárias”, informa num comunicado enviado ao Semmais Digital.

No mesmo documento, a APSS diz ainda que a informação foi transmitida “ a todos os operadores portuários, agentes de navegação e demais stakeholders do Porto de Setúbal, assim como “reforçadas as boas práticas comportamentais e de prevenção, incluindo a colocação e divulgação de cartazes em locais estratégicos na área portuária”, a aquisição de “máscaras suplementares de proteção filtrante máxima, que vêm reforçar a utilização dos fatos de proteção descartáveis, luvas e óculos”

Foi também, adianta a nota, reforçada a disponibilização de desinfetante líquido para as mãos, o registo de assiduidade através do controlo biométrico foi suspenso, assim como o atendimento ao público na tesouraria, postos de atendimento e visitas escolares e de entidades aos terminais portuários e a realização de eventos.

“A APSS compromete-se a assegurar a globalidade dos seus serviços logísticos na sua plenitude, mantendo-se em estreita ligação e contacto contínuo com a Autoridade de Saúde local, restantes autoridades locais e operadores portuários, estando em condições para ativar, de imediato, quaisquer outras orientações técnicas de saúde pública que venham a ser emitidas pelas autoridades competentes, quer em termos genéricos quer em termos específicos para os portos”, conclui a APSS.