Semmais Alentejo já está nas bancas

Na edição de maio, apresentamos-lhe as várias razões que podem explicar o porquê da Covid-19 estar a ser mais suave no Alentejo que no resto do país. Há cerca de um século, o surto da gripe pneumónica fustigou mais o território alentejano.

O entrevistado deste mês, António Ceia da Silva, Presidente da Turismo do Alentejo, diz estar em preparação a certificação sanitária de toda a cadeia de valor do setor. É um dos trunfos de uma região que vai apostar forte numa campanha dirigida ao mercado interno

As maiores dificuldades foram ultrapassadas, nomeadamente a falta de equipamentos, contratação de médicos e enfermeiros. Os nossos hospitais estão preparados para dar luta ao vírus.

Sempre à frente dos acontecimentos, a Universidade de Évora e os seus docentes mais especializados estão a desenvolver projetos para ajudar a região e o país no combate à pandemia, mas também no respeita à retoma económica.

No setor dos negócios, a atividade vitivinícola está com quebras de vendas próximas dos 40% e as expetativas são mais ou menos pessimistas até ao final do ano. O encerramento da restauração e a dificuldade de exportar são grandes obstáculos. Também os parques de animais estão a sofrer com as medidas de confinamento. Não tem fontes de receitas, mas é preciso continuar a zelar pelo bem estar dos animais. Reclamam medidas de apoio urgentes.

No desporto contamos-lhe a ‘história’ de Ana Cabecinha, de Beja, uma das estrelas do atletismo nacional que viu adiado o sonho de mostrar o que vale nos Jogos Olímpicos de Tóquio. A aposta agora é fazer de 2021 o ano desportivo da sua vida.

Na área da cultura, para além de apoiar artistas e criativos, por estes dias o Centro D’Artes de Aljustrel transformou-se numa oficina solidária, onde se fabrica equipamentos de proteção para combate à pandemia.

Boas Leituras, esta semana também em papel.

Obrigada pela confiança. Proteja-se, nós informamos!