Segundo os dados do relatório diário da DGS, o concelho de Setúbal é o que regista uma maior subida no número de infeções, num total de 164. Mais 12 que ontem.
O número de infetados por Covid-19 não para de aumentar na região, registando-se esta terça-feira, segundo os dados da Direção Geral de Saúde (DGS) e de algumas autarquias, 2102 casos positivos, mais 32 do que na véspera.
O relatório de situação diária da DGS diz que há agora 552 doentes em Almada (+4), 546 no Seixal (+ 4) e 300 no Barreiro (+ 3). Estes continuam a ser os concelhos da península afetados.
No município da Moita contam-se 245 infetados (+ 6), no Montijo são 155 (+ 1), em Setúbal 164 (+ 12), em Sesimbra 55 (+1), em Palmela 51 (+2) e em Alcochete 28 (o mesmo número que na segunda-feira).
Nos concelhos do Litoral Alentejano a DGS diz que tem nove casos registados em Alcácer do Sal, 11 em Grândola, 21 em Santiago do Cacém e seis em Sines. Estes municípios apresentam, contudo, valores diferentes. Assim, Alcácer do Sal diz que não tem casos ativos e que identificou apenas 11 pessoas já recuperadas. Em Grândola há, diz a autarquia, um caso com o vírus ativo e 15 já recuperados. Por fim, em Sines, a edilidade refere dois doentes efetivos e três já recuperados.
Lisboa e Vale do Tejo (LVT) continua a ser a região com mais novos episódios de infeção pelo novo coronavírus, com 299 casos das 345 novas infeções (86,67%).
O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de segunda-feira, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes relacionadas com o vírus SARS-CoV-2, com 814 óbitos, seguida de Lisboa e Vale do Tejo (446), Centro (248) e Algarve (15). Pelo menos duas mortes foram registadas no Alentejo. Há 15 mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira não há óbitos registados.
Em todo o território nacional, há 441 doentes internados, mais 17 do que na segunda-feira, e 72 em unidades de cuidados intensivos, o mesmo número do que ontem.
Pelo menos 1.759 pessoas aguardam resultado laboratorial e 30.248 estão em vigilância pelas autoridades. Desde 1 de janeiro registaram-se 366.777 casos suspeitos, sendo que 325.281 não se confirmaram.




