É a centésima produção do Teatro Estúdio Fontenova (TEF), e estreia dia 27, no Inatel, em Setúbal. Com texto original e música ao vivo, o espetáculo propõe uma viagem pela memória e pela espiral infinita do tempo.
A nova criação do TEF tem dramaturgia e direção artística de Rafaela Bidarra e interpretações de João M. Mota, Patrícia Paixão e Rafaela Alho Silva. O espetáculo resulta do projeto “Corpo Coletivo – Corpo Memória – Corpo Terra” e de um trabalho de investigação centrado em temas como memória, natureza, identidade e relações humanas.
Segundo Graziela Dias, do Teatro Estúdio Fontenova, “o espetáculo remete para a ideia de que há prisões físicas, mentais ou emocionais que fazem parte de cada um de nós e que há fenómenos que se repetem constantemente, desde o interior do corpo aos limites do espaço exterior, como uma espiral sem fim que rompe a perceção do tempo”.
Em palco, uma atriz, uma bailarina e um músico conduzem o público por uma experiência performativa marcada pela música ao vivo e pela exploração da memória emocional. “Esta criação coletiva tem como alicerce a memória, aquela que habita em nós de múltiplas formas, sobretudo a emocional, seja ela física ou mental, aquela que nos coloca em espiral e ora nos aprisiona, ora nos liberta”, acrescenta Graziela Dias.
Após a estreia, “Querida Prisão” volta a subir ao palco nos dias 28, 29 e 30, às 21h00, e no dia 31, às 16h00, sempre na delegação de Setúbal do Inatel. No dia 28 realiza-se ainda uma sessão especial, às 11h00, destinada a escolas e centros comunitários.
O Teatro Estúdio Fontenova é uma estrutura financiada pela Direção-Geral das Artes (DGArtes) e pela Câmara Municipal de Setúbal.






