Festival das Cores regressa a Santo André com três dias de música, arte e criatividade

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Além dos espetáculos principais e de outras apresentações, certame conta com workshops de graffiti, exposições, festa da espuma com zumba, espaço criança e o habitual Espaço Refeição, com propostas gastronómicas variadas e sabores do mundo.

O Festival das Cores regressa a partir desta sexta-feira ao Parque Central, em Vila Nova de Santo André, para celebrar, até domingo, a 12.ª edição, que conta com uma programação pensada para diferentes públicos. Delfins, Dillaz e Pluto são os cabeças de cartaz de um evento que volta a juntar música, arte urbana, animação de rua, workshops, atividades infantis, desporto, artesanato e gastronomia.

Organizado pela associação ArteCorGeração, em parceria com a câmara de Santiago do Cacém e a Junta de Freguesia de Santo André, o festival assume-se como uma iniciativa cultural gratuita, inclusiva e acessível. Segundo Patrícia Pires, presidente da ArteCorGeração, em declarações ao Semmais, o objetivo passa por “promover a cultura, a arte, a música e a criatividade”, criando simultaneamente “um espaço de convívio intergeracional”.

Além dos concertos principais, estão previstas atuações de Filhos da Pátria, Funil e Abelhinha, Putzgrilla e Ex-Votos, bem como sessões com os DJs Miguel Ângelo, Red Deep, Surraz e Lighthouse. Haverá ainda graffiters a trabalhar ao vivo, workshops de graffiti, exposições, festa da espuma com zumba, espaço criança e o habitual Espaço Refeição, com propostas gastronómicas variadas e sabores do mundo.

Para a responsável, a construção do programa procurou equilibrar continuidade e novidade. “O objetivo é surpreender o público, mantendo o espírito alegre, colorido e participativo que define o festival”, afirma Patrícia Pires, sublinhando a aposta numa oferta diversificada, capaz de envolver crianças, jovens, famílias, artistas e visitantes.

Mais do que um cartaz de espetáculos, o evento procura valorizar artistas locais e nacionais, apoiar o comércio e dinamizar a cidade durante três dias. A presidente da associação destaca que a iniciativa “envolve associações, entidades, artistas, empresas e voluntários”, contribuindo para afirmar Santo André como “território de cultura, criatividade e participação”.

Ao nosso jornal, Patrícia Pires avança que as expectativas para esta edição “são elevadas”, com a organização na expectativa para perceber “vários milhares de visitantes”, consolidando o crescimento registado nos últimos anos e reforçando o impacto do festival na economia local.