Centro de Saúde da Moita reabriu hoje de manhã

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O centro de saúde, que serve 24 mil utentes, estava sem eletricidade desde quarta-feira, o que levou ao encerramento da unidade.

O Centro de Saúde da Moita, no distrito de Setúbal, que esteve encerrado por falta de energia elétrica na sequência da depressão Kristin, está a funcionar desde a manhã de hoje, segundo a Unidade Local de Saúde do Arco Ribeirinho.

O centro de saúde, que serve 24 mil utentes, estava sem eletricidade desde quarta-feira, o que levou ao encerramento da unidade.

A Unidade Local de Saúde do Arco Ribeirinho (ULSAR), no qual está integrado o Hospital Nossa Senhora do Rosário (Barreiro) e o Hospital Distrital do Montijo, tem como área de influência direta os concelhos de Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete.

Integram a ULSAR os centros de saúde de Alcochete, Barreiro, Quinta da Lomba, Moita, Montijo e Baixa da Banheira.

O Centro de Saúde da Moita foi o único das 22 unidades da ULSAR que foi obrigado a encerrar temporariamente por falta de eletricidade.

A passagem da depressão Kristin pelo território português, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos seis mortos, vários feridos e desalojados.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território do continente, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo anunciou que vai decretar situação de calamidade nas zonas mais afetadas pela tempestade.

No concelho da Moita, segundo o presidente do município, Carlos Albino, foram registadas mais de 40 ocorrências, entre as quais oito na União de Freguesias e Baixa do Banheiro e Vale da Amoreira, 11 na Freguesia de Alhos Vedros, 20 na Moita e quatro no Gaio Rosário e Sarilhos Pequenos.

Ainda de acordo com o autarca, registaram-se quedas de árvores, postes de eletricidade e de comunicações, que levaram também ao corte de ruas e estradas.
Na quarta-feira, estiveram fechadas sete escolas, quer devido à queda de árvores e de coberturas, quer devido à falta de energia elétrica.