Em 2019, segundo o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), registou-se um aumento na produção de vinho de 7% face ao ano anterior, com um volume na ordem dos 6,5 milhões de hectolitros.
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A Península de Setúbal acompanhou a tendência nacional de crescimento do setor, apresentando uma subida na produção de 6 por cento. Já no que respeita ao Alentejo, de acordo com os dados do IVV, registou-se uma quebra de 9%, face à produção registada em 2018/2019.
Em julho, lê-se num comunicado da mesma fonte, os dados recolhidos junto das regiões previam, na sua maioria, uma colheita de muito boa qualidade, assente nas boas condições climatéricas e no bom estado fitossanitário.
Como balanço, a região do Douro destaca-se por ter obtido um aumento de produção superior a 400 mil hectolitros (33% relativamente à campanha anterior) e as regiões de Trás-os-Montes, Terras de Cister, Terras da Beira e Terras do Dão, registam aumentos percentuais de produção superiores a 40%.
Á semelhança do Alentejo, as regiões do Algarve, Lisboa, Beira Atlântico e Tejo também apresentaram quebras, respetivamente na ordem dos 18%, 16%, 11% e 4%.
Tal como tem acontecido nos últimos anos, é predominante a produção de vinhos tintos, representando 61% do total. O volume dos brancos, um pouco acima dos 2 milhões de hectolitros, tem um peso de 33% na produção nacional e os vinhos rosados de 6%. A opção de produzir vinhos com aptidão para Denominação de Origem Protegida (DOP) e Indicação Geográfica Protegida (IGP) continua a aumentar e representa, nesta campanha, 88% da produção nacional


