José Luís Cacho descreveu 2020 como “muito duro” para o país, mas salientou que a resiliência demonstrada pelo porto de Sines permitir-lhe-á crescer “perto de 10% na carga contentorizada”. No próximo ano, o porto vai trabalhar sob o Plano Estratégico 2020-2030.
Na terça-feira, a Administração do Porto de Sines (APS) assinalou 43 anos de existência, e a propósito da ocasião, José Luís Cacho, presidente da APS, fez um balanço do desempenho do principal porto do país, perspetivando o futuro. O presidente começa por salientar que o ano de 2020 “tem sido um ano muito duro para todos os portugueses. Na adversidade que inopinadamente nos bateu à porta, soubemos, na APS, fazer das dificuldades desafios. O lema, seguido pela valorosa equipa da empresa, consistiu em nunca baixar os braços”.
A resiliência, frisou, foi fulcral para o crescimento nos contentores, no qual afirma que outros resultados positivos são esperados. “Por termos sabido resistir, vamos crescer perto de 10% na carga contentorizada, a que somaremos outros resultados positivos também. Presencialmente, uns, em teletrabalho outros, aproveitámos para trabalhar com afinco no Plano Estratégico 2020-2030, documento que sinaliza uma mudança de peso no rumo a tomar na próxima década”, considerando este como uma resposta a desafios exigentes, acrescenta ainda José Luís Cacho.
Sobre as iniciativas desenvolvidas ao longo do ano, o presidente da APS realça “os gestos de solidariedade ativa em que foram parceiros e a integração da CPLS no projeto europeu PLANET.
Para o próximo ano, José Luís Cacho evidencia “determinação para vencer os desafios”, declarando que “não só queremos, como já estamos a afirmar Sines como um porto para o Mundo, trazendo o Mundo para o Porto. Em 2021 continuaremos a avançar, porque sabemos resistir”.






