Lançada há pouco mais de uma semana, a petição conta ao dia de hoje com 2729 assinantes que se manifestam preocupados com a mobilidade na região denunciando “a degradação contínua do serviço prestado pela Fertagus, traduzida em atrasos frequentes, supressões de comboios, sobrelotação e falhas graves na informação aos passageiros”.
Mais de duas mil pessoas assinaram em pouco mais de numa semana uma petição ‘online’ a exigir uma urgente melhoria do serviço ferroviário da Fertagus, que liga Lisboa e Setúbal, e o fim dos atrasos e supressões que referem estar a ocorrer.
Lançada no dia 5 de janeiro, a petição conta já com 2729 assinantes que se manifestam preocupados com a mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa, denunciando “a degradação contínua do serviço prestado pela Fertagus, traduzida em atrasos frequentes, supressões de comboios, sobrelotação e falhas graves na informação aos passageiros”.
Segundo os peticionários, que querem ver o assunto debatido no parlamento, estas situações ocorrem de forma repetida e sistemática, afetando milhares de trabalhadores, estudantes e familias, e causando prejuízos profissionais, económicos e pessoais, já que comprometem seriamente o direito à mobilidade e à qualidade de vida.
“Apesar de o serviço ser explorado em regime de concessão pública, os utentes não têm visto melhorias proporcionais nem respostas eficazes por parte da concessionária, nem uma fiscalização visível por parte do Estado”, lê-se na petição.
Os utentes pedem à Assembleia da República e ao Governo que fiscalizem de forma rigorosa o cumprimento do contrato de concessão da Fertagus, que sejam tornados públicos os dados reais dos atrasos, supressões e incumprimentos, e que sejam apuradas as responsabilidades pelas falhas recorrentes do serviço.
Exigem ainda medidas concretas eficazes e calendarizadas para garantir a fiabilidade, pontualidade e capacidade do serviço, e que seja avaliada a aplicação de sanções ou a revisão do contrato de concessão caso os incumprimentos persistam, por consideraram que “os utentes não podem continuar a ser penalizados por um serviço essencial que falha de forma recorrente sem consequências visíveis.






