Evento em honra de Nossa Senhora do Rosário decorre de 14 a 23 de agosto e apresenta-se como uma montra musical multidisciplinar e cultural.
Se está a imaginar dez dias seguidos de muita e variada música, num ambiente descontraído à beira rio, onde é possível comer, beber e dançar, então está a transportar-se para as Festas de Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro. Um evento, que vai decorrer de 14 a 23 de agosto e cujo cartaz é motivo suficiente para atrair diariamente dezenas de milhares de visitantes.
A aposta do município, que organiza as maiores festividades populares do concelho, vão desde o pop, ao funk, passando pela kizomba e a tarraxinha, sem esquecer as sonoridades tipicamente portuguesas, que vão desde a chamada música ligeira ao cante alentejano, ou não fosse o Barreiro uma cidade de forte influência daquela zona do país.
Sempre com o Tejo como pano de fundo e com as ruas enfeitadas a preceito, os artistas vão desfilar pelo Palco das Marés. Há música para todos os gostos, a começar por Bárbara Bandeira, prosseguindo com Maninho, passando por Badoxa, continuando com Toy, com os Bandidos do Cante, com Irina Barros, Satiro, Julinho KSD. Há ainda oportunidade de assistir a um concerto da M80 e a um outro especialmente dedicado ao funk.
Trata-se de um cartaz especialmente pensado para agradar a todos os grupos etários, com sonoridades de vários quadrantes e origens. Aos temas nacionais juntam-se as modas africanas e também os ritmos brasileiros. Uma escolha musical feita a pensar na diversidade multicultural que habita o concelho e também as localidades vizinhas de outros municípios.
Terra de pescadores e embarcadiços, o Barreiro orgulha-se, desde há séculos, quando a sua população se fazia ao mar ou abastecia as naus, da Procissão Marítima e Terrestre, um evento que todos os anos celebra a Senhora do Rosário e que atesta a religiosidade e devoção do aglomerado populacional.
Para manter as gargantas afinadas vão funcionar bares e tasquinhas onde serão vendidas as bebidas habituais e também as comidas típicas de verão (açordas, sardinhas assadas, bifanas, frangos) indispensáveis para manter uma assistência que se prevê numerosa. Mas há muito mais, desde espaços para os mais jovens aos locais especialmente concebidos para a diversão dos mais vários grupos etários, especialmente dos mais novos. Existe ainda uma área onde o artesanato local pode ser observado e comprado. Uma espécie de montra do que sempre se produziu no concelho e cujos segredos têm sido transmitidos de geração para geração.






