Programa de abrangência nacional inclui as instituições para idosos da cidade alentejana entre os primeiros locais onde será feita a despistagem da Covid-19.
Os lares de idosos do concelho de Évora fazem parte de um grupo de estabelecimentos a nível nacional que amanhã começam a ser rastreados por causa do novo coronavírus.
Esta medida, do Ministério do Trabalho que conta com o apoio da Cruz Vermelha, do Instituto Molecular e das diversas universidades, começa por abranger os funcionários dos lares e depois, no caso de haver sintomas suspeitos, entender-se-á aos utentes.
De acordo com a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, prevê-se que sejam realizados numa primeira fase cerca de dez mil testes, os quais se podem estender a utentes e funcionários das instituições particulares.
“As amostras (recolhidas pela Cruz Vermelha) têm de ser feitas em lares e entregues no laboratório explicou, por sua vez, o ministro da Ciência, Manuel Heitor
O programa de despistagem agora lançado abrange, para além dos lares de Évora, também os de Lisboa, Aveiro e Guarda, prevendo-se que, no máximo, dentro de duas semanas possa estar alargado a todo o país onde, de acordo com os registos, existem 2.560 estabelecimentos.
Segundo disse ao Público a ministra Ana Mendes Godinho, “o objetivo é fazer testes por todo o país. Os próximos concelhos do país estão a ser identificados em função dos níveis de prioridade, do número de trabalhadores nos lares e da capacidade diária dos testes. Estamos a desenhar um mapa”.




