António Costa Silva defende que a cidade pode ter um terminal destinado a minérios de exportação. A linha ferroviária eletrificada é a outra solução apontada.
A aposta na ferrovia e no aumento da capacidade portuária de Sines são as chaves do plano de recuperação económica traçado por António Costa Silva, segundo refere o jornal “Eco”.
Na “Proposta para a visão estratégica para o Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal 2020-2030, que António Costa Silva apresentou na quinta-feira em Conselho de Ministros são realçados dois projetos ferroviários em curso: a construção do eixo Sines-Madrid e a renovação da Linha da Beira Alta. “Uma rede ferroviária elétrica nacional é mais competitiva, mais limpa e está em sintonia com os esforços de descarbonização da economia”, diz o Eco citando o autor do plano.
No contexto marítimo-portuário, o caminho apontado é o do investimento “nos portos de Sines e de Leixões para aumentar ainda mais a sua competitividade em termos de instalações e equipamentos para receber grandes navios”, cita a mesma publicação. O documento releva ainda que o porto alentejano poderá ser contemplado com a edificação de um terminal portuário para exportação dos recursos minerais estratégicos, em particular o lítio e, caso se decida desenvolver a Zona Económica Exclusiva (ZEE), o níquel, o cobalto, o manganês e os sulfuretos polimetálicos.






