Nuno Maia, diretor-geral da AISET, admitiu a possibilidade de ter havido “situações pontuais” de empresas afetadas pela greve geral, mas reiterou a ideia de que “a grande maioria das empresas da região trabalhou normalmente”.
A Associação da Indústria da Península de Setúbal (AISET) garantiu hoje que a greve geral de quinta-feira, convocada pela CGTP e UGT, teve um “impacto nulo ou residual” na grande maioria das empresas da região.
“A generalidade da indústria da Península de Setúbal não foi afetada pela greve geral realizada na quinta-feira, 11 de dezembro, que teve um impacto nulo ou residual na grande maioria das empresas da região”, disse à agência Lusa o diretor-geral da AISET, Nuno Maia.
“As grandes empresas industriais da Península de Setúbal trabalharam todas normalmente, com exceção da Autoeuropa”, acrescentou.
Nuno Maia admitiu a possibilidade de ter havido “situações pontuais” de empresas afetadas pela greve geral, mas reiterou a ideia de que “a grande maioria das empresas da região trabalhou normalmente”.
“O impacto da greve geral na região terá sido fundamentalmente nos transportes e nos serviços públicos, o que não se verificou na indústria e na grande maioria das empresas privadas”, concluiu o diretor-geral da AISET.
A greve geral de quinta-feira contra o anteprojeto do Governo de reforma da legislação laboral foi a primeira paralisação a juntar as duas centrais sindicais, CGTP e UGT, desde junho de 2013, altura em que Portugal estava sob intervenção da ‘troika’.






